domingo, 7 de abril de 2013

Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde


Médicos de mais de 100 entidades médicas – associações, conselhos, sindicatos e sociedades de especialidades – aprovaram o dia 25 de abril como o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde, na reunião ampliada da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu).

Nesse dia, em todo o país, serão realizadas atividades de protesto: atos públicos, como audiências nas Câmaras Legislativas, eventos de rua ou com a presença do Judiciário estadual, de órgãos de defesa do consumidor, da Ordem dos Advogados do Brasil e outras representações. Também ocorrerão, conforme deliberação em assembleia estadual, manifestações de rua e, se necessária, suspensão do atendimento de consultas e procedimentos eletivos, mantendo sempre a assistência nos casos de urgência e emergência.

No Distrito Federal, o indicativo é suspensão de atendimentos durante o dia de protesto, com realização de ato público no Centro Clínico Sul (716 Sul). A proposta vai ser votada em assembleia, às 19h desta quarta-feira, 10, no auditório do SindMédico-DF (607 Sul, Ed. Metrópolis, cobertura).

A Comissão Distrital de Honorários Médicos (CDHM) sugere aos médicos que fiquem de sobreaviso e evitem qualquer agendamento para o dia 25 de abril e planeje os reagendamentos para que não haja prejuízo aos pacientes, que são igualmente explorados pelos planos de saúde.



Compareça e fortaleça o movimento pela dignidade 
no exercício da medicina no setor privado!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Plano de saúde terá de justificar negativa por escrito


Nova norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) propõe que, quando uma operadora de saúde se negar a autorizar um procedimento médico, ela terá prazo de até 48 horas para justificar a decisão detalhadamente, apontando a cláusula contratual em que se baseia a negativa. Se o cliente pedir, a justificativa deve vir também por escrito, via e-mail ou correio. O descumprimento da regra pode custar uma multa de 30.000 reais para a operadora.
A proposta entra em consulta pública na próxima quinta-feira. Durante 30 dias, qualquer pessoa poderá acessar o site da ANS e apresentar críticas ou sugestões de mudança relativas ao tema. Ao final do prazo, a equipe técnica avaliará os comentários e redigirá o texto final da resolução.
Mais informações aqui

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Concentração do mercado de saúde ameaça o DF

O Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) foi ao Cade contra fusão da rede Santa Lúcia com o Grupo D’Or São Luiz. Além de mobilizar as entidades médicas, a preocupação com o que pode representar a aquisição dos hospitais brasilienses pelo grupo carioca reverbera no Senado Federal, no Ministério Público e na Câmara Legislativa do DF. 
Se for aprovada pelo Cade, mesmo que com restrições, a transação pode significar o monopólio de 90% dos leitos hospitalares particulares do DF ou, no mínimo, de 100% dos leitos para pacientes de alto risco, se o D'Or adquirir somente o Santa Luzia e o Santa Lúcia.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Porto Seguro negocia com entidades médicas de SP


Depois que a Associação Paulista de Medicina (APM), o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), os Sindicatos dos Médicos de São Paulo, a Academia de Medicina de São Paulo e as sociedades de especialidades médicas paulistas se posicionaram em nota pública contrariamente à insuficiente proposta de reajuste de consulta/procedimento baseado em 40% da variação do IPCA / IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) sugerida pela Porto Seguro, houve importante virada no caso. A Porto decidiu rever o percentual apresentado às entidades médicas.
Em reunião ocorrida na manhã de 11 de setembro, na sede da APM, o responsável pela gestão e controle dos prestadores da Porto Seguro, João Dias, disse que a seguradora está propensa a adotar os percentuais solicitados pelas entidades médicas: valor mínimo da consulta a R$ 80, CBHPM plena e regularização dos contratos mediante inserção de cláusula de reajuste a cada 12 meses com critério definido.
De acordo com o diretor adjunto de Defesa Profissional da APM, Marun David Cury, a Porto Seguro se comprometeu a consultar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para verificar a possibilidade de adotar os índices solicitados pelas entidades e, em breve, informará a decisão final com relação aos valores pagos aos médicos por consultas e procedimentos.  "Acredito que em breve teremos boas notícias, pois a seguradora se propôs a negociar conosco”, afirma Cury.

Fonte: APM